ATENÇÃO:
Você caiu em um golpe.
Mas quem falhou na segurança pode ter sido o banco!
Casos que já conduzimos
GOLPE DA FALSA CENTRAL · CARTÃO DE CRÉDITO
Cliente recebeu ligação que se apresentava como setor antifraude do próprio banco e, mesmo tendo tomado as cautelas orientadas, teve lançamentos de mais de R$ 44 mil na fatura do cartão — valores em completa dissonância com seu padrão de gastos mensal. O banco insistiu na cobrança mesmo após contestação administrativa. Resultado: dívida declarada integralmente inexigível em sentença, confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em decisão unânime, com fundamento na falha do sistema de segurança que deixou de bloquear operações totalmente atípicas e estranhas.
GOLPE TELEFÔNICO · EMPRÉSTIMO + COMPRA FRAUDULENTA
Correntista vítima de fraude por telefone teve empréstimo de quase R$ 40 mil contratado em seu nome e, no mesmo dia, uma compra de R$ 46 mil lançada em seu cartão de crédito. O banco estornou o empréstimo reconhecendo a fraude — mas se recusou a cancelar a compra, alegando que teria sido validada pela "chave de segurança" do cliente. Resultado: sentença de procedência integral: compra declarada inexistente, cobranças canceladas e banco condenado a restituir a parcela já paga. A contradição do banco (estornar uma fraude e negar a outra, ocorrida nas mesmas condições) foi decisiva.
FURTO DE CELULAR · EMPRESA VÍTIMA
Sócio de empresa teve o celular corporativo furtado e, em questão de minutos, criminosos realizaram empréstimos e transferências PIX que somaram mais de R$ 84 mil — operações sequenciais, acima do limite da conta, que estava com saldo negativo. A instituição financeira alegou culpa exclusiva da vítima. Resultado: inexigibilidade de todas as transações mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que reconheceu a falha de segurança: operações tão atípicas deveriam ter gerado suspeita e bloqueio imediato. O caso demonstra que empresas também têm proteção contra fraudes bancárias.
GOLPE DO FALSO PARENTE · PIX
Aposentado de 74 anos foi contatado no WhatsApp por perfil que se passava por um familiar próximo e, induzido por chamadas de vídeo fraudulentas, realizou 3 transferências PIX sucessivas em menos de 3 minutos para destinatária que jamais havia recebido qualquer valor seu. O banco negou o ressarcimento verbalmente, sem sequer documentar a recusa. Resultado: liminar obtida em poucos dias. A Justiça suspendeu a exigibilidade dos valores, proibiu a negativação do nome do cliente e a cobrança de juros e encargos, sob pena de multa diária.
FALSA CENTRAL · EMPRÉSTIMOS FRAUDULENTOS
Motorista do interior de São Paulo recebeu ligação de criminosos que se passavam pela central do banco e foi induzido a realizar validações no próprio aplicativo, inclusive reconhecimento facial. Em 2 dias, 2 empréstimos foram contratados em seu nome e a conta foi esvaziada por transferências PIX pulverizadas. Operações totalmente incompatíveis com mais de 20 anos de histórico financeiro simples e estável. Resultado: sentença declarou a inexigibilidade dos contratos de empréstimo e o cancelamento definitivo de todas as cobranças. O escritório segue atuando em grau para buscar a restituição integral dos valores desviados.
Observação éticas: os relatos acima preservam integralmente o sigilo profissional e a identidade dos clientes. Resultados passados não constituem promessa de resultado futuro: cada caso é analisado individualmente conforme suas provas e circunstâncias, nos termos do Código de Ética e Disciplina da OAB.
